
Bateu. Mijo em você amarela no Rio Negro enquanto duas senhoras assam calabresas esplêndidas na areia surrealista. Dançamos como chá num pires e o sol saúda a cena até voltarmos pra casa.
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Coce minha cabeça como a um cachorro enquanto apoia o último do Ian McEwan com uma mão só na barriga fria de toalha. O sono do rio na cama é diferente.
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Esse caralho dessa buceta dessa buçanha puta que me pariu se foder as barata tudo comendo tapioca com tucumã e queijo coalho na porra dessa pia de madrugada porque o lindão não consegue tirar as porra de dentro dos pote tudo quando vai preparar essa caralha de madrugada no escuro.
– O que foi, amor? Tá séria.
– Nada. Lembrando da praia.
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Amar até não amar mais.
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Desculpa pelas 47 ligações no seu registro de chamadas. Tá tudo bem.
É que tentei te ligar a madrugada toda porque precisava de um lugar pra dormir. Como você não atendeu, fiquei nas vagas de visitante aqui fora mesmo.
Posso dar uma subida?
Caramba
Poxa
é que eu estou com uma pessoa aqui. É complicado
(Ao invés de ciúme, alívio. Ele está bem).
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Já matei mais do que gostaria.
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Se dói? Sempre, mas tem horas que passa.
