Se for pro carnaval, facilite a folia

Eu preciso contar pra vocês o dia que eu fui expulsa de uma festa de carnaval porque não conseguia desocupar o banheiro. Carnaval parece que foi em outra vida, né? Mas foi só há 7 meses atrás. Saudades. Saudades também de Patrícia. Ah, Patinha! Mas a lição que ficou desse ano foi: se algum dia tiver carnaval de novo, jamais sairei vestida de maiô e meia calça arrastão por baixo. Por que?

Bem, ainda em janeiro eu conheci essa garota, Patrícia, numa baladinha de verão. Eu confesso que já tinha visto ela passar no meu Happn, mas ultimamente eu só entro naquilo pra ver como anda o mercado, não tenho dado like em ninguém, deixo o cardápio de gatas ali meio que visível para aquele momento do “não tô fazendo nada, vai que…”. Enfim, acabei não precisando do app pra conhecer a Patrícia, porque tínhamos uma amiga em comum que nos apresentou nesse dia do barzinho. Ela estava tomando um negroni e eu, que nunca tinha ido àquele bar, perguntei se estava bom. Ela me respondeu que não era grande conhecedora dos ingredientes e das melhores marcas de bebidas, mas que aquele estava lhe caindo bem, então ela supunha que era bom. Eu aproveitei logo pra fazer meu filme, disse que era minha bebida preferida, que achava que o Campari dava um toque de luz em qualquer drink, e que também era fã de Gin. E ainda completei: “aliás, tenho alguns Gins ótimos lá em casa, se você quiser, um dia podemos fazer uma noite de drinks refrescantes”. Ela sorriu e disse que ia adorar poder entender as diferenças das bebidas, entre as marcas nacionais e importadas e o que muda nos sabores. Naquela noite, ficamos só de papinho mesmo. Mas jogando charme uma para outra. Patrícia tinha um sorriso lindo. O cabelo chanel bem pretinho, com uma franja de lado e o decote… uau! Eu nem precisaria da noite de drinks para cair de boca ali naquelas duas belezocas que estavam maravilhosamente visíveis.  

Vida corrida vai, vida corrida volta e não conseguimos marcar nada. Até que no sábado de carnaval, dois meses depois daquele primeiro encontro, combinei de encontrar Suzana, que era a minha amiga em comum com Patrícia, no bloco da República. Eu não estava esperando encontra-la ali, afinal era carnaval, tinha uma multidão na rua e é sempre difícil encontrar os amigos e conhecidos nesses contextos. Mas ela não só apareceu no bloco, como encontrou a gente. Ela usava um rabo de cavalo e uma tiara de brilho que esticava o cabelo para trás e vestia um maiô de lycra vermelho com decote V que favorecia demais aquela fartura que a deusa tinha dado a ela – aliás, o que deu de fartura a ela, me deixou na escassez. Então eu sabia que teria que rebolar pra conquistar pelo menos a atenção da gata, e foi isso que fiz, literalmente. Me esforcei na dança da sedução, quebrava e requebrava o quadril, às vezes dançava até o chão esperando que ela olhasse. E funcionou, porque que não demorou muito tempo para que Patrícia chegasse no meu ouvido e perguntasse quando que a noite de drinks que eu havia prometido no dia do bar iria acontecer. Eu virei o rosto pra ela, para responder olhando nos olhos dela e, de surpresa, ganhei logo um beijo chupado.

À medida que o bloco foi andando, a bebida foi entrando e o clima foi ficando mais quente. As músicas de carnaval ajudam também nesse quesito. E tinha uma que era um funk batidão que falava em surra de bumbum que, toda vez que tocava, eu aproveitava para mostrar meu traseiro para Patrícia. E ela aproveitava a deixa, me puxava para dançarmos juntas e, assim, nossos quadris iam se encaixando. Às vezes ela me abraçava e me apertava, roçando a xana na minha coxa. Como isso me deixava louca, eu sentia vontade de morder ela toda. Já estávamos numa pegação louca ali no meio da rua mesmo, às vezes eu não conseguia me segurar e colocava a mão no peito dela por dentro do maiô, ela me dava uns apertos na bunda e os chupões no pescoço eram recíprocos. Se tinha alguém reparando na gente eu não sei, mas acho que não e, se tivesse, era carnaval!

Como a gente estava quase transando ali no meio da rua mesmo, resolvemos sair do bloco e ir pra casa queimar aquele fogo. O que aconteceu depois que tomamos essa decisão foi que nos demos conta de que o centro estava com as ruas todas interditadas e cheias de pessoas. Não tinha como simplesmente entrar num táxi e ir embora. Precisávamos andar um pouco para chegar numa rua que estivesse liberada. Mas o tesão era muito e a cada esquina a gente parava e se agarrava gostoso, continuando aquela lambeção entre boca, pescoço, ouvido. Até que num momento não aguentamos e entramos num bar mais arrumado, que estava tendo uma festa, e procuramos o banheiro. Para nossa sorte, não tinha fila e entramos direto. Meu deus, que atração que eu estava sentindo por aquela mulher. Eu chupava seus peitos como se eles fossem manga doce, eles eram perfeitos.

O maiô de Patrícia já estava no umbigo e ela se escorava na pia e levantava a perna, tentando deixar a xota livre pros meus dedinhos e, enquanto com uma mão ela apertava minha bunda, com a outra ela apertava minha cabeça contra seu peito. Se com a boca eu estava sendo bem sucedida, por baixo a mobilidade estava difícil por causa da meia arrastão, que ficava prendendo nos meus dedos. Enquanto eu puxava o maiô de Pati mais para baixo, eu também lembrava que estávamos num banheiro público e alguém poderia querer entrar a qualquer momento – o que estava me deixando com mais tesão, inclusive. E imagina o trabalho que ia ser para conseguir vestir essa peça, assim, na urgência. E sim, quando já estávamos com os peitos de fora, Patrícia em cima da pia com a perna levantada, um segurança começou a bater na porta dizendo que tínhamos que sair. Olhei no espelho e eu estava com a boca toda borrada de batom vermelho. Mas como o moço apressava a gente, dei um jeito de limpar os cantos da boca e nem retoquei a cor.

Saímos do banheiro como se não estivesse acontecendo nada, cruzamos o salão do bar sem olhar para os lados. Já na rua, logo passou um táxi, dei sinal e conseguimos, finalmente, ir para a minha casa. Tiramos os sapatos na porta e, quando entramos, já fomos tirando toda a roupa e largando as peças pela sala. Puxei Patrícia para o banheiro e tomamos banho juntas. Já no box, com o chuveiro ligado, eu abaixei e comecei a chupar sua buceta doce, enquanto a água escorria todo o suor dela do carnaval e caía em cima de mim. No chão box, boiava um resto de purpurina e de plumas que enfeitavam os acessórios da nossas fantasias.

Eu gosto de transar no chuveiro porque a gente sempre performa uma sensualidade apaixonada, mesmo sendo só uma crush. Enquanto eu chupava Patrícia, ela perguntou se eu tinha lubrificante por ali e é óbvio que eu tinha. Saí do box, peguei o frasco no armário da pia e trouxe para dentro de novo. Então ela me virou de costas e ficou me masturbando com a mão, roçando a xana dela na minha bunda e me beijando loucamente no pescoço e no ouvido. Ali no chuveiro estava uma delícia, mas não via a hora da gente rolar na cama fudendo gostoso. Além do mais, o que eu mais queria era mesmo poder ir para oquarto com Patrícia e, finalmente, estrear meu vibrador duplo.

Esse vibrador é uma espécie de cordinha em que cada ponta tem uma bolinha pra gente se penetrar e tremer juntinhas. Coloquei primeiro em Patinha e depois em mim, a gente se enlaçou e, entre um beijo e outro, era mão pra todo lado. Eu pensava que aquela foda não poderia estar rolando melhor, mas ela conseguiu deixar o clima ainda mais intenso quando começou a falar durante o sexo.

_ Eu queria muito trepar com você depois que vi você rebolando, toda molinha, no bloco, empinando a bunda com as mãos no joelho e mexendo gostoso essa sua raba.

_Humm, que safadinha você, hein, Patrícia? Vou rebolar minha bunda bem em cima da sua cara enquanto massageio esses seus peitos enormes.

Como a gente já estava bem encaixadinha naquela hora, só peguei os peitos dela com as duas mãos e caí de boca, chupando cada mamilo, lambendo cada parte.

_ Ah, é?! Vem, quero sentir o cheiro da buceta bem no meu nariz e melando minha cara, vou te chupar toda, enfiar minha língua inteirinha lá dentro.

_ Só se for enquanto eu te chupo também.

Enquanto rolava o vibra, molhei dois dedos meus na saliva dela e enlacei sua bunda até chegar no cuzinho. Fui massageando e entrando com um, depois o outro e aumentando a velocidade do movimento. Ela começou a gemer de olhos fechados, cada vez mais alto e gozamos juntinhas.

Ficamos nos beijando enquanto nossos corações desaceleravam, fazendo carinho uma no cabelo da outra. Logo eu já estava ficando animada de novo, coloquei minha mão entre as pernas dela e senti que ela ainda estava molhada. Comecei a brincar com o grelinho dela e chupar de novo seus peitos, dando umas leves mordidas no mamilo, que ficaram duríssimos. O mamilo dela era daqueles bem rosinhas, com a auréola grossa, ela parecia uma deusa, uma pintura renascentista de Vênus, só que morena.

Ela se levantou, me colocou deitada e disse:

_ Lá no bloco você ficou me provocando com surra de bumbum, esfregando seu rabo em mim, agora é que você vai ver.

_Vou ver o que?

Ela virou de costas e foi rebolando com a bunda em cima de mim. Eu dei um tapa em suas nádegas e falei:

_Vai, Patrícia, senta logo na minha cara, que eu quero chupar seu cu, sua boceta, te engolir toda, você é a pervertida mais gata e doce que eu já vi.

Ela sentou na minha cara e comecei a chupá-la. Ela se abaixou e ficou me chupando também. À medida que o clima foi esquentando, ela foi mexendo sua língua cada vez mais rápido e fui tentando acompanhar. Eu estava quase gozando quando ela levantou o rosto , olhou pra trás e disse que ia me dar uma surra de bumbum com uma cara bem safada. Ao mesmo tempo em que ela falava, ela enfiou os dedos na minha xota e eu estava começando a gozar de novo e ela terminou de sentar na minha cara, abafando meu gemido. Foi uma sensação deliciosa esse auge final.

Ela me abraçou, fizemos uma conchinha na cama e Patrícia começou a rir.

_Eu vou lembrar sempre desse dia como o dia em que fomos expulsas do banheiro de um bar qualquer por estarmos doidonas, no meio do carnaval, tentando transar em cima de uma pia suja.

_Caraca, será que alguém conhecido viu a gente?

_ Ah, isso é o de menos. Todo mundo fica mais de boas no carnaval.

Eu preciso contar pra vocês o dia que eu fui expulsa de uma festa de carnaval porque não conseguia desocupar o banheiro. Carnaval parece que foi em outra vida, né? Mas foi só há 7 meses atrás. Saudades. Saudades também de Patrícia. Ah, Patinha! Mas a lição que ficou desse ano foi: se algum dia tiver carnaval de novo, jamais sairei vestida de maiô e meia calça arrastão por baixo. Por que?

Bem, ainda em janeiro eu conheci essa garota, Patrícia, numa baladinha de verão. Eu confesso que já tinha visto ela passar no meu Happn, mas ultimamente eu só entro naquilo pra ver como anda o mercado, não tenho dado like em ninguém, deixo o cardápio de gatas ali meio que visível para aquele momento do “não tô fazendo nada, vai que…”. Enfim, acabei não precisando do app pra conhecer a Patrícia, porque tínhamos uma amiga em comum que nos apresentou nesse dia do barzinho. Ela estava tomando um negroni e eu, que nunca tinha ido àquele bar, perguntei se estava bom. Ela me respondeu que não era grande conhecedora dos ingredientes e das melhores marcas de bebidas, mas que aquele estava lhe caindo bem, então ela supunha que era bom. Eu aproveitei logo pra fazer meu filme, disse que era minha bebida preferida, que achava que o Campari dava um toque de luz em qualquer drink, e que também era fã de Gin. E ainda completei: “aliás, tenho alguns Gins ótimos lá em casa, se você quiser, um dia podemos fazer uma noite de drinks refrescantes”. Ela sorriu e disse que ia adorar poder entender as diferenças das bebidas, entre as marcas nacionais e importadas e o que muda nos sabores. Naquela noite, ficamos só de papinho mesmo. Mas jogando charme uma para outra. Patrícia tinha um sorriso lindo. O cabelo chanel bem pretinho, com uma franja de lado e o decote… uau! Eu nem precisaria da noite de drinks para cair de boca ali naquelas duas belezocas que estavam maravilhosamente visíveis.  

Vida corrida vai, vida corrida volta e não conseguimos marcar nada. Até que no sábado de carnaval, dois meses depois daquele primeiro encontro, combinei de encontrar Suzana, que era a minha amiga em comum com Patrícia, no bloco da República. Eu não estava esperando encontra-la ali, afinal era carnaval, tinha uma multidão na rua e é sempre difícil encontrar os amigos e conhecidos nesses contextos. Mas ela não só apareceu no bloco, como encontrou a gente. Ela usava um rabo de cavalo e uma tiara de brilho que esticava o cabelo para trás e vestia um maiô de lycra vermelho com decote V que favorecia demais aquela fartura que a deusa tinha dado a ela – aliás, o que deu de fartura a ela, me deixou na escassez. Então eu sabia que teria que rebolar pra conquistar pelo menos a atenção da gata, e foi isso que fiz, literalmente. Me esforcei na dança da sedução, quebrava e requebrava o quadril, às vezes dançava até o chão esperando que ela olhasse. E funcionou, porque que não demorou muito tempo para que Patrícia chegasse no meu ouvido e perguntasse quando que a noite de drinks que eu havia prometido no dia do bar iria acontecer. Eu virei o rosto pra ela, para responder olhando nos olhos dela e, de surpresa, ganhei logo um beijo chupado.

À medida que o bloco foi andando, a bebida foi entrando e o clima foi ficando mais quente. As músicas de carnaval ajudam também nesse quesito. E tinha uma que era um funk batidão que falava em surra de bumbum que, toda vez que tocava, eu aproveitava para mostrar meu traseiro para Patrícia. E ela aproveitava a deixa, me puxava para dançarmos juntas e, assim, nossos quadris iam se encaixando. Às vezes ela me abraçava e me apertava, roçando a xana na minha coxa. Como isso me deixava louca, eu sentia vontade de morder ela toda. Já estávamos numa pegação louca ali no meio da rua mesmo, às vezes eu não conseguia me segurar e colocava a mão no peito dela por dentro do maiô, ela me dava uns apertos na bunda e os chupões no pescoço eram recíprocos. Se tinha alguém reparando na gente eu não sei, mas acho que não e, se tivesse, era carnaval!

Como a gente estava quase transando ali no meio da rua mesmo, resolvemos sair do bloco e ir pra casa queimar aquele fogo. O que aconteceu depois que tomamos essa decisão foi que nos demos conta de que o centro estava com as ruas todas interditadas e cheias de pessoas. Não tinha como simplesmente entrar num táxi e ir embora. Precisávamos andar um pouco para chegar numa rua que estivesse liberada. Mas o tesão era muito e a cada esquina a gente parava e se agarrava gostoso, continuando aquela lambeção entre boca, pescoço, ouvido. Até que num momento não aguentamos e entramos num bar mais arrumado, que estava tendo uma festa, e procuramos o banheiro. Para nossa sorte, não tinha fila e entramos direto. Meu deus, que atração que eu estava sentindo por aquela mulher. Eu chupava seus peitos como se eles fossem manga doce, eles eram perfeitos.

O maiô de Patrícia já estava no umbigo e ela se escorava na pia e levantava a perna, tentando deixar a xota livre pros meus dedinhos e, enquanto com uma mão ela apertava minha bunda, com a outra ela apertava minha cabeça contra seu peito. Se com a boca eu estava sendo bem sucedida, por baixo a mobilidade estava difícil por causa da meia arrastão, que ficava prendendo nos meus dedos. Enquanto eu puxava o maiô de Pati mais para baixo, eu também lembrava que estávamos num banheiro público e alguém poderia querer entrar a qualquer momento – o que estava me deixando com mais tesão, inclusive. E imagina o trabalho que ia ser para conseguir vestir essa peça, assim, na urgência. E sim, quando já estávamos com os peitos de fora, Patrícia em cima da pia com a perna levantada, um segurança começou a bater na porta dizendo que tínhamos que sair. Olhei no espelho e eu estava com a boca toda borrada de batom vermelho. Mas como o moço apressava a gente, dei um jeito de limpar os cantos da boca e nem retoquei a cor.

Saímos do banheiro como se não estivesse acontecendo nada, cruzamos o salão do bar sem olhar para os lados. Já na rua, logo passou um táxi, dei sinal e conseguimos, finalmente, ir para a minha casa. Tiramos os sapatos na porta e, quando entramos, já fomos tirando toda a roupa e largando as peças pela sala. Puxei Patrícia para o banheiro e tomamos banho juntas. Já no box, com o chuveiro ligado, eu abaixei e comecei a chupar sua buceta doce, enquanto a água escorria todo o suor dela do carnaval e caía em cima de mim. No chão box, boiava um resto de purpurina e de plumas que enfeitavam os acessórios da nossas fantasias.

Eu gosto de transar no chuveiro porque a gente sempre performa uma sensualidade apaixonada, mesmo sendo só uma crush. Enquanto eu chupava Patrícia, ela perguntou se eu tinha lubrificante por ali e é óbvio que eu tinha. Saí do box, peguei o frasco no armário da pia e trouxe para dentro de novo. Então ela me virou de costas e ficou me masturbando com a mão, roçando a xana dela na minha bunda e me beijando loucamente no pescoço e no ouvido. Ali no chuveiro estava uma delícia, mas não via a hora da gente rolar na cama fudendo gostoso. Além do mais, o que eu mais queria era mesmo poder ir para oquarto com Patrícia e, finalmente, estrear meu vibrador duplo.

Esse vibrador é uma espécie de cordinha em que cada ponta tem uma bolinha pra gente se penetrar e tremer juntinhas. Coloquei primeiro em Patinha e depois em mim, a gente se enlaçou e, entre um beijo e outro, era mão pra todo lado. Eu pensava que aquela foda não poderia estar rolando melhor, mas ela conseguiu deixar o clima ainda mais intenso quando começou a falar durante o sexo.

_ Eu queria muito trepar com você depois que vi você rebolando, toda molinha, no bloco, empinando a bunda com as mãos no joelho e mexendo gostoso essa sua raba.

_Humm, que safadinha você, hein, Patrícia? Vou rebolar minha bunda bem em cima da sua cara enquanto massageio esses seus peitos enormes.

Como a gente já estava bem encaixadinha naquela hora, só peguei os peitos dela com as duas mãos e caí de boca, chupando cada mamilo, lambendo cada parte.

_ Ah, é?! Vem, quero sentir o cheiro da buceta bem no meu nariz e melando minha cara, vou te chupar toda, enfiar minha língua inteirinha lá dentro.

_ Só se for enquanto eu te chupo também.

Enquanto rolava o vibra, molhei dois dedos meus na saliva dela e enlacei sua bunda até chegar no cuzinho. Fui massageando e entrando com um, depois o outro e aumentando a velocidade do movimento. Ela começou a gemer de olhos fechados, cada vez mais alto e gozamos juntinhas.

Ficamos nos beijando enquanto nossos corações desaceleravam, fazendo carinho uma no cabelo da outra. Logo eu já estava ficando animada de novo, coloquei minha mão entre as pernas dela e senti que ela ainda estava molhada. Comecei a brincar com o grelinho dela e chupar de novo seus peitos, dando umas leves mordidas no mamilo, que ficaram duríssimos. O mamilo dela era daqueles bem rosinhas, com a auréola grossa, ela parecia uma deusa, uma pintura renascentista de Vênus, só que morena.

Ela se levantou, me colocou deitada e disse:

_ Lá no bloco você ficou me provocando com surra de bumbum, esfregando seu rabo em mim, agora é que você vai ver.

_Vou ver o que?

Ela virou de costas e foi rebolando com a bunda em cima de mim. Eu dei um tapa em suas nádegas e falei:

_Vai, Patrícia, senta logo na minha cara, que eu quero chupar seu cu, sua boceta, te engolir toda, você é a pervertida mais gata e doce que eu já vi.

Ela sentou na minha cara e comecei a chupá-la. Ela se abaixou e ficou me chupando também. À medida que o clima foi esquentando, ela foi mexendo sua língua cada vez mais rápido e fui tentando acompanhar. Eu estava quase gozando quando ela levantou o rosto , olhou pra trás e disse que ia me dar uma surra de bumbum com uma cara bem safada. Ao mesmo tempo em que ela falava, ela enfiou os dedos na minha xota e eu estava começando a gozar de novo e ela terminou de sentar na minha cara, abafando meu gemido. Foi uma sensação deliciosa esse auge final.

Ela me abraçou, fizemos uma conchinha na cama e Patrícia começou a rir.

_Eu vou lembrar sempre desse dia como o dia em que fomos expulsas do banheiro de um bar qualquer por estarmos doidonas, no meio do carnaval, tentando transar em cima de uma pia suja.

_Caraca, será que alguém conhecido viu a gente?

_ Ah, isso é o de menos. Todo mundo fica mais de boas no carnaval.

A gente ainda riu, conversou mais um pouco, mas acabou pegando no sono. Pra uma pegação de carnaval, até que foi um dia bem fofo, terminar dormindo de conchinha com a gata que peguei no bloco.

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