Visita clandestina

Dalton é Dalton. Ou melhor, foi. Agora é só o Vampiro. E vampiros não morrem.

PROPOSTA

Bem, é isso mesmo o que você vai fazer: vai fazer uma visita clandestina.

Nos dois contos de Dalton, o protagonista sub-repticiamente visita uma prostituta. Tudo feito às escondidas, discretamente, com medo do escândalo, e, por causa disso mesmo, muito excitante.

O protagonista do seu conto também vai praticar uma visita na miúda.

Atenção: ele ou ela não necessariamente precisa, se você quiser, praticar sexo durante essa visita. (Mas, claro, se quiser, pode.)

Ele ou ela vai até esse lugar escondido pra fazer alguma coisa em segredo.

Pode ser um crime, uma contravenção, uma cerimônia religiosa, uma tenebrosa transação, uma experiência transcendental, uma vivência estética, uma fuga, um sonho, um idílio, um delírio.

Estruture seu enredo com Dalton: ainda que esta experiência seja algo ardentemente desejado, as coisas não dão exatamente muito certo. Acontecem imprevistos, surpresas, perrengues, trapalhadas, burocracias, protocolos, bizarrices no meio do caminho da experiência.

Como Dalton, espalhe ao longo de seu conto diálogos – afinal, seu protagonista vai dividir esta experiência clandestina com alguém, ou algo.

Este lugar clandestino deve ter algum tipo de ambiência pitoresca, portanto capriche nas descrições.

Talvez seu desfecho seja anticlimático, ou vai terminar exatamente como previsto?

Você escolhe.

Talvez você esteja contando algo que aconteceu com você?

Nunca saberemos.

Narre na primeira, na segunda ou na terceira pessoas, em até 9 mil toques.

Deixe um comentário